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Especial de Páscoa Peixe no Cardápio

Uma ou duas vezes por semana faz toda a diferença.

Conheça os benefícios dessa fonte de proteína e entenda porque devemos mantê-la no cardápio semanal.

A variedade de peixes é imensa e varia de acordo com a disponibilidade de cada lugar. No Brasil, que concentra cerca de 12% da água doce de todo o planeta - quantidade que não é superada por nenhum outro país - as opções são inúmeras.

O consumo de peixe pela população brasileira é de 10 kg per capita, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009. Em regiões de grande concentração de bacias hidrográficas, como o Estado do Amazonas, esse número chega a 54 kg por pessoa anualmente.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que cada pessoa consuma, em média, 12 kg de pescados ao ano. Ou ainda, segundo a 1ª Diretriz Sobre o Consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular, estabelecida em 2013, realize ao menos duas refeições à base de peixe por semana, o que deve ser seguido particularmente por indivíduos de alto risco, como os que já apresentaram infarto do miocárdio.

Porém, seja por falta de hábito, por desconhecer a qualidade nutricional, ou até por aversão ao sabor, muitas pessoas preferem outras fontes de proteína na hora de fazer suas refeições. Que tal saber um pouco mais sobre esse alimento que garante ácidos graxos essenciais para o funcionamento do seu corpo? E mais: incluí-lo em seu cardápio ao menos duas vezes na semana? Sua saúde agradece!

O que o peixe tem?

O pescado é um alimento que se destaca nutricionalmente por conta da quantidade e qualidade das suas proteínas, a presença de vitaminas e minerais e, principalmente, por ser fonte de ácidos graxos essenciais como os Ômega 3 Eicosapentaenoico (EPA) e Docosaexaenoico (DHA), que auxiliam na redução dos triglicerídeos. O consumo desses lipídios é associado à redução do risco de doenças cardiovasculares e a funções importantes nas fases iniciais do desenvolvimento humano. 

Menor em conteúdo de gorduras, se comparado às carnes vermelhas, os peixes contribuem para a redução dos níveis de colesterol ruim (LDL).

Peixe é uma excelente fonte de ferro. E também:

  • Vitamina D;
  • Vitamina E (atum branco e carpa);
  • Vitamina B1 (corvina);
  • Niacina (cavala e truta);
  • Vitamina B12;
  • Potássio (sardinha);
  • Cálcio (sardinha, lambari e pescada branca);
  • Fósforo (truta);
  • Zinco (manjuba, lambari).

Dentre todos esses elementos, podemos destacar o cálcio, que contribui para:

  • Formação e manutenção de ossos e dentes;
  • Coagulação do sangue;
  • Bom funcionamento muscular;
  • Bom funcionamento neuromuscular;
  • Divisão e renovação celular;
  • Metabolismo energético.

Água doce X Água salgada

Você sabia que existem diferenças entre as carnes dos peixes, de acordo com o ambiente em que são criados? As células dos peixes marinhos, por exemplo, possuem membranas mais resistentes para suportar as baixas temperaturas dos oceanos. É por esse motivo que sua carne nem sempre parece ser tão macia quanto a dos peixes de água doce, que se desfazem com mais facilidade durante a mastigação. Por outro lado, há quem diga sentir um gosto acentuado de barro ao comer espécies de rios.

Esse tal gostinho de barro presente por algumas vezes nos peixes de água doce (rios) pode se dar pela absorção de terra por meio das guelras - parte do sistema respiratório dos peixes - e também pela composição das algas que servem de alimentos para esses peixes.

No entanto, atualmente, a maior parte dos peixes consumidos no Brasil, são criados em tanques, sejam as espécies de água doce ou mesmo as de água salgada. As trutas vendidas pelo Carrefour, por exemplo, são criadas em água mineral, e o gostinho de barro, no nosso peixe, não existe. Uma vantagem dos peixes de água salgada e demais frutos do mar, como camarão, lula, polvo, e ostras, está no fato destas espécies serem boas fontes de iodo, um componente essencial para que a glândula tireoide produza hormônios importantes para a saúde.

Peixes de água doce: dourado, jaú, lambari, pacu, pintado, tilápia e traíra.

Peixes de água salgada: anchova, atum, bacalhau, badejo, cação, pescada, robalo, sardinha, salmão e tainha.

Uma parceria de sucesso

O Carrefour firmou uma parceria com o programa Seafood Watch, do Monterey Bay Aquarium®, uma ONG norte-americana que se dedica à conservação dos oceanos. O objetivo é mapear a cadeia de fornecimento de peixes e garantir a sustentabilidade desde a criação até a pesca. Dessa forma, o Carrefour auxilia os seus fornecedores a manterem boas práticas na criação dos peixes, garantindo procedência de extrema qualidade ao consumidor. Assim, você pode comprar seu peixe com tranquilidade e com a certeza de que irá consumir uma carne saudável e nutritiva.

Acertando na compra

1 - As espécies de água doce estragam mais rápido do que os peixes marinhos, o que exige maior atenção na hora da compra. É fundamental que essas espécies estejam em balcão frigorífico ou totalmente imersas em gelo no ponto de venda.

2 - Fique atento à higiene do local e dos atendentes. Só adquira pescados de fornecedores conhecidos. No Carrefour, você encontra uma enorme variedade de peixes fresquinhos e saborosos para as suas refeições, todos os dias.

3 - O ideal é comprar o peixe inteiro, pois é mais fácil verificar se o alimento está próprio para o consumo, ou pedir para cortar em filés na hora da compra.

4 - Se a opção for por filés embalados:

a) Evite aqueles que contenham água dentro da embalagem, pois isso pode ser um sinal de deterioração do produto.

b) Muito gelo fora da embalagem, pode indicar que aquele peixe foi descongelado e congelado novamente.

c) A embalagem deve conter data de validade, temperatura de conservação, peso bruto e líquido, além do carimbo do SIF - Serviço de Inspeção Federal.

5 - Os peixes salgados, como o bacalhau, devem estar totalmente sem umidade. Confira se a carne está limpa, sem manchas vermelhas ou pó de cor cinza ou amarela: tudo isso indica que o produto foi mal conservado.

6 - No caso de enlatados, como atum e sardinha, é preciso atenção à embalagem: a lata não pode ter ferrugens, furos, amassados ou estar estufada.

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